quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Pequenos nadas que me enfeitam a vida (3)


           Sempre brinquei com a minha mãe por causa das feiras. Tudo o que é feira tem a D. Gena como certa. Ela compra coisas que me deixam simplesmente de boca aberta. Ora de há uns tempos para cá também eu ganhei (só um bocadinho) o mesmo gosto. A crise está aí e se as coisas têm qualidade não é por se venderem na feira que a perdem. Há que saber comprar.
           As sapatarias "Charles" faliram, pelo que os restos de stock foram, ao que parece, vendidos a ciganos. Estes, a mim custaram-me 5,00€.




 
          Girissima e grande como gosto. 15,00€.
 


 
           Bota em pele (juro) de salto agulha e casaco 3/4 a abotoar por baixo do peito. 10,00€ cada.
           E pronto. É só ter tempo para procurar. Ah, e estar aberto ao que  aparecer. Quando vou á procra de qualquer coisa em concreto nunca há. Faz parte do processo.


 

 

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Serão


          A lareira a arder e um sócio que nos dá musica. Há coisas que são quase perfeitas.


segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Pequenos nadas que me enfeitam a vida (2)


          A única coisa que comprei para este Natal (e chega) para alegrar as noites de festa desta quadra.



quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Coisas de que não gosto mesmo nada...



         Das fúrias da minha Madalena. Queria ir à rua, e eu queria fazer-lhe festas. Pois... E está esterelizada... Livra!!






quarta-feira, 28 de novembro de 2012

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Coisas bonitas

          Ontem passei pelo Loureshoping só para, como eu costumo dizer, levar um banho de civilização, o que equivale a dizer que vou ver montras, coisa que já quase não existe por aqui.

          ´Tomei café e entrei em 2 sitios, no Continente e claro, na Zara Home. Quase que tive de bater em mim própria, para sair de lá. A sensação que tenho qundo lá vou é a de que aqueles senhores sabem exactamente do que eu gosto.












            Conclusão? Estou doente, muito doente (é que antes de entrar jurei a mim própria que não compraria nada).

sábado, 24 de novembro de 2012

Passear a memória na Ilha do Baleal

       
          Ao fim de semana gostamos de tomar café na Ilha. Não no Verão, onde desemboca toda a gente, mas sim no Inverno, onde é nossa, dos poucos turistas, das gaivotas e das escolas de surf que por lá abundam.

           Ele, não é daqui. Não tem memórias da praia, das casas, das pedras... Esta primeira casa, logo à entrada era alugada pela minha avó, que me lembre até aos meus 6 anos, e as duas portas verdes, em baixo, eram uma mercearia, que para meu prazer (e birras medonhas), bem como aborrecimento dela, tinha baldes de praia e pás para a areia pendurados na porta, para venda.   

           A saudade pode ser uma coisa tão boa.