segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

A Outra


Ao pé do Tribunal onde o meu sócio conjugal trabalha está a fechar uma loja de artigos  orientais com tudo ao desbarato. Ao entrar na loja apaixonou-se por esta senhora e trouxe-a.
Adoro-a. Fica linda no meu hall a receber-nos quando entramos em casa.

Ele chama-lhe Ara Krishna. Eu chamo-lhe Etelvina.

domingo, 30 de janeiro de 2011

Manta acabada. Tchau!!

A mantinha da minha amiga também ficou acabada...Quando faço coisas para os outros fico sempre um bocado insegura, principalmente quando as coisas são feitas ao meu gosto. Mas eu acho que a missão foi cumprida, embora não tenha posto o vermelho que ela queria.



sábado, 29 de janeiro de 2011

Bébés

 O primeiro babete do Lourenço já está......
Devo dizer que os buraquinhos do tecido eram tão pequenos que ia ficando sem olhos. Nas próximas compras tenho de levar isso em conta.





sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Casa pia..mente

O Carlos Silvino diz que mentiu porque teve pena dos meninos que viu a chorar nos corredores da Judiciária. Que alma bondosa...e que falta de imaginação, meu Deus!

Palavra de Mãe



No “Sol” do ùltimo fim-de-semana, vinha um artigo sobre as Águas de Portugal e as parcerias que estão a ser feitas obrigatóriamente com os Municipios, no que diz respeito à água.Já existem duas, as “Águas de Aveiro” há um ano e as “Águas do Alentejo” há seis meses.

Sabemos que a água vai ser o “ouro” das próximas décadas e todos estão já a tentar captar estes serviços das Autarquias. Todos sabemos também que a seguir a estas extorsões virão as privatizações porque dá dinheiro.

O artigo era a propósito das 3ª e 4ª parcerias que já estão na calha: as Águas do Noroeste e as Águas do Mondego e Lis. Os serviços em que trabalho serão a seguir. Já estamos a ser lavados psicológicamente. O que vem a seguir não sabemos. Pode ser bom, pode ser mau, mas não temos escolha. Está no ar, tem de cair. Só espero que não me caia em cima de um pé.
Mas o que é mais engraçado é a atitude da Ministra, a Dulce Pássaro, que enquanto foi técnica do IRAR era ferozmente contrária a estas parcerias. Agora que está no outro lado fomenta-as e luta por elas.
É como na vida, aquilo que pensamos e fazemos depende muito do facto de estarmos na margem de cá ou de lá do rio. E está aí a Ministra do Trabalho que não me deixa mentir.


À laia de conclusão tenho mesmo de rever o meu discurso de mãe. O meu filho fez-me umas perguntas há tempos sobre politica e eu lembro-me de lhe dizer que as pessoas que aceitavam cargos politicos faziam sempre o melhor que podiam, mesmo que não parecesse, e que quando os aceitavam era porque tinham ideais e viam ali o melhor local para lutarem por eles.

Parva!!. Que mãe tão parva que eu sou ás vezes. Pode ser que o Bernardo não tenha ligado nenhuma ao que eu disse.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Tapeteira




Sempre que ando à procura de desenhos para bordar, dou com as minhas revistas de arraiolos. Não são simples revistas. São projectos enumerados à vez na minha cabeça, mas que eu sei que nunca se realizarão. Fiz 4 tapetes na minha vida e com o quarto tive mesmo de fazer a promessa a mim mesma de que seria o último.Um tapete de arraiolos para mim é um puzzle fantástico que se torna um vicio até ser acabado. E não se torna nada fácil a nivel de postura à medida que vai ficando pesado. O último tem dois metros por dois, levou-me 5 anos a fazer e tive pelo menos 3 crises cervicais durante esse período. Mas o bichinho está cá.






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