sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Casa pia..mente

O Carlos Silvino diz que mentiu porque teve pena dos meninos que viu a chorar nos corredores da Judiciária. Que alma bondosa...e que falta de imaginação, meu Deus!

Palavra de Mãe



No “Sol” do ùltimo fim-de-semana, vinha um artigo sobre as Águas de Portugal e as parcerias que estão a ser feitas obrigatóriamente com os Municipios, no que diz respeito à água.Já existem duas, as “Águas de Aveiro” há um ano e as “Águas do Alentejo” há seis meses.

Sabemos que a água vai ser o “ouro” das próximas décadas e todos estão já a tentar captar estes serviços das Autarquias. Todos sabemos também que a seguir a estas extorsões virão as privatizações porque dá dinheiro.

O artigo era a propósito das 3ª e 4ª parcerias que já estão na calha: as Águas do Noroeste e as Águas do Mondego e Lis. Os serviços em que trabalho serão a seguir. Já estamos a ser lavados psicológicamente. O que vem a seguir não sabemos. Pode ser bom, pode ser mau, mas não temos escolha. Está no ar, tem de cair. Só espero que não me caia em cima de um pé.
Mas o que é mais engraçado é a atitude da Ministra, a Dulce Pássaro, que enquanto foi técnica do IRAR era ferozmente contrária a estas parcerias. Agora que está no outro lado fomenta-as e luta por elas.
É como na vida, aquilo que pensamos e fazemos depende muito do facto de estarmos na margem de cá ou de lá do rio. E está aí a Ministra do Trabalho que não me deixa mentir.


À laia de conclusão tenho mesmo de rever o meu discurso de mãe. O meu filho fez-me umas perguntas há tempos sobre politica e eu lembro-me de lhe dizer que as pessoas que aceitavam cargos politicos faziam sempre o melhor que podiam, mesmo que não parecesse, e que quando os aceitavam era porque tinham ideais e viam ali o melhor local para lutarem por eles.

Parva!!. Que mãe tão parva que eu sou ás vezes. Pode ser que o Bernardo não tenha ligado nenhuma ao que eu disse.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Tapeteira




Sempre que ando à procura de desenhos para bordar, dou com as minhas revistas de arraiolos. Não são simples revistas. São projectos enumerados à vez na minha cabeça, mas que eu sei que nunca se realizarão. Fiz 4 tapetes na minha vida e com o quarto tive mesmo de fazer a promessa a mim mesma de que seria o último.Um tapete de arraiolos para mim é um puzzle fantástico que se torna um vicio até ser acabado. E não se torna nada fácil a nivel de postura à medida que vai ficando pesado. O último tem dois metros por dois, levou-me 5 anos a fazer e tive pelo menos 3 crises cervicais durante esse período. Mas o bichinho está cá.






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terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Noites em familia

Ontem esqueci-me completamente de que o Bea almoçava comigo. Durante a semana temos os dias distribuidos entre mim, os avós e a madrinha, e como ele os troca de vez em quando conforme a sua vontade, esta semana fiquei um bocado perdida. Vai daí como só tenho uma hora para almoçar, ainda consegui grelhar-lhe umas salsichas frescas, fritar uns ovos e fazer uma panelinha de arroz. Não consegui foi comer, porque tempo já não houve.
Como fiquei com uma panela de arroz puz-me logo a magicar numa maneira de o aproveitar. E foi o que fiz.À noite aqueci a pedra de ir á mesa no forno, e coloquei-a no suporte á mesa. Enquanto o sócio grelhava uma carne muito fininha, aqueci o arroz e fritei umas batatinhas. Depois abri uma lata de feijão preto, já cozido e aqueci-o também.Servi tudo isto com uma travessa enorme de fruta descacada (Ananaz, pêssego, laranja e uvas) e posso dizer que não ficou nada. E pronto, foi a noite da "picanha fingida" cá em casa.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Bébés

Hoje fui comprar mais lãs. Entre o acabar a manta da minha amiga e os babetes para bordar vou começar também uma outra mantinha..tem de ser. Aproveito a desculpa de estar frio e ter de aproveitar a lareira, para deixar outras coisas para trás.
Sabe tão bem ser preguiçosa de vez em quando...

domingo, 23 de janeiro de 2011

E já está!!


Já votei...sempre que subo as escadas da minha escola primária, lembro-me de outros tempos em que as subia, com 5, 6 anos. Acho sempre que a escola é muito mais pequena do que aquilo que me lembro dela e divirto-me sempre com o facto de me lembrar de um recreio de terra batida com uma grande árvore no meio. Hoje não há terra. Existem um campo de basket e um parque infantil, modernissimos, cheios de cor. Os corredores abertos onde apanhei tanto frio e chuva, hoje estão fechados, o que torna a escola muito confortável.
Quanto ás minhas memórias, estão lá todas.
Para mim não ir votar é impensável, por várias razões, mas esta é realmente a mais forte. É uma espécie de encontro com o passado.


(foto retirada da Internet)